8 Comentários

  1. Alessandra SANTOS

    Oi adorei esse post,me emocionei e aprendi,tenho três filhos em idades diferentes e mtas vezes fico sem saber como ensina los sobre essas questões os dois maiores tem na escola amigos especiais, no projeto de inclusão, mas como moramos mto próximo a APAE algumas vezes fico na saia justa qdo eles tem curiosidades sobre outras crianças com diferentes problemas.mas sempre os incentivo a se aproximarem e fazer amizade,embora algumas mães pareçam não gostar mto dessa aproximação. Mil beijos. Continue nos ensinando com post como esse.

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  2. Cris. Obrigada por esse post. Obrigada por compartilhar tantas emoçoes, tantas histórias e momentos tão lindos. Deus abençõe todos vcs! bjs Andréa

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  3. Camila

    Como falamos a tarde,Cris! Muito legal a abordagem! Minha filha, Helena, estuda em uma escola pequena, mais familiar assim, lá perto de casa, que se chama Mãe Natureza. Eles tem lá várias crianças especiais que se beneficiam de cuidados especiais e pedagógicos na escola, mas estão inseridos na chamada educação regular. Agente sabe que tem muita discussão né, sobre o que é melhor para a criança, se é num sistema especial de educação, só com outras crianças especiais ou se no sistema de adaptação ao sistema regular. Enfim, as apresentações de final de ano são lindas! Sempre com os baixinhos especiais no centro da apresentação. Eles interagem e se divertem e atuam na apresentação lindamente!!! É uma festa! Todos ficam encantados e vejo que as crianças se tratam e brincam de forma totalmente natural e sem preconceitos! A Helena comentou comigo, contando da apresentação: “Mãe! Vai ser bem legal, o Lucas vai estar no meio da roda porque ele é especial!”.
    O Lucas tem paralisia cerebral e dificuldades motoras. Tem duas ou três meninas com down, e tem uma pequena, a Julinha, que é surda e muda. Ela é uma fofa! No primeiro dia de aula, as professoras da salinha dela se dedicaram única e exclusivamente a ensinar a linguagem das libras, dos sinais, que é pra todos se comunicarem com a Julinha. Deu super certo, hoje a Helena me ensina a linguagem dos sinais! Vejo que nem todas as escolas aceitam isso né… e acabam gerando alunos preconceituosos, o que é lamentável…
    Ontem ouvi uma entrevista de uma psicoterapeuta gaúcha na rádio Udesc, ela falava sobre o novo papel da mulher no mundo, desde a revolução industrial…as quatro jornadas etc….enfim, mas na parte que foi perguntada qual a relação com os filhos, achei genial, dizia mais ou menos que as mulheres hoje estão menos pacientes porque andam cansadas devido a tantas atividades, mas que devem continuar sendo o pilar emocional da família, dando atenção aos filhos para que eles sintam que a família é presente na sua vida e tal, dizia que essa ação é a melhor campanha anti-drogas que pode ter. Mas a parte que eu acho que tem a ver aqui com nosso assunto, era sobre a função da mulher de ser, olha só, “o elo entre o mundo da criança e a realidade”!! Genial! Porque todo o anteparo psicológico etc que a criança de uma modo geral tem em casa, deve estar lucidamente ligada ao mundo real! Mundo real é nada mais que a realidade de cada sociedade (para fora da porta de casa) para criar pessoas colaborativas (ela usou o termo) na realidade, ou seja, para a sociedade! Poxa! A família que cria uma criança não demonstrando que a realidade insere a diversidade dos seres humanos, não está criando pessoas “normais”! Está criando aberrações, esses sim, porque os adultos provenientes destas crianças (criadas hermeticamente, conhecendo padrões distorcidos da “realidade”) não tem a formação ligada no mundo real. Ainda me chamou atenção quando ela disse que: “pessoas que colaboram, que servem, são pessoas felizes!”. Só isso que importa!

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    1. Camila Querida, não tenho palavras para expressar o que senti quando li este seu e-mail e a história da Helena….obrigada por compartilhar comigo…e como falei, precisamos sentar dia desses pra botar todo este papo gostoso em dia…rss… bjos!

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